Canção de guerra,
Cantos de soldados mortos
Que morreram a sós,
Nas tão dolorosas trincheiras.
Agora grita todo um povo
Que antes admirado,
Se volta ao chão como
Num ato de humilhação.
Olhos oblíquos e vivos,
Presentes em todo o sofrimento,
Enquanto a miséria envolve
Seus olhos claros,
Olhos superiores,
Olhos agora, mortos.
Asas se abatem,
Não asas de anjos,
Asas de corvos,
Asas daqueles que agora,
Não podem mais voar.
Agora, o bico do povo
Bate na rocha, e perde com dor,
Todos os seus monstros e
Conceitos, enquanto suas
Asas flamejam, e seus
Olhos queimam
O que resta agora, são cinzas...
Cinzas dos olhos claros e superiores...
Cinzas da Guerra...
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