Poderíamos nós enquadrar todos os verbos, sentimentos e sons? Enquadrar as codificações que explodem o tempo todo nas características dos nossos corações, mentes e privilégios. Privilégios tortos que nosso corpo entra mais como labirinto que realmente privilégios. Enquadrando, definindo... Não vale a pena talvez. Mas e aí. Ainda queremos definir, não é mesmo?
Vamos lá, bom ser humano, bom ser superior e não-quadrúpede. Enquadre, defina: gostar.
Defina algo que não tem nome. Um verbo simples e sem nome. Ao dizer: gostar, você arrepia e enlouquece. Defina algo que embaralha sua mente. Defina algo indefinível.
Defina: gostar;
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